Detalhes do Crime
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que Jorge Miguel da Silva, de 27 anos, foi preso suspeito de assassinar sua mãe, Rosilene Pedrão da Silva Pereira, de 52 anos, no bairro Arnaldos, em Campo Belo. O crime ocorreu após uma discussão relacionada ao pagamento de uma conta de energia elétrica. Jorge escondeu o corpo da mãe por três dias antes de ser preso em flagrante na quarta-feira, 8 de novembro, quando confessou o crime.
Trecho em destaqueA Polícia Civil de Minas Gerais informou que Jorge Miguel da Silva, de 27 anos, foi preso suspeito de assassinar sua mãe, Rosilene Pedrão da Silva Pereira, de 52 anos, no bairro Arnaldos, em Campo Belo.
Investigação e Confissão
O corpo de Rosilene foi encontrado nos fundos da casa onde morava com Jorge. Segundo depoimento à polícia, Jorge afirmou que matou a mãe com um golpe no pescoço após uma discussão no domingo anterior. Ele alegou que havia dado dinheiro à mãe para pagar a conta de luz, mas a energia foi cortada, o que gerou a discussão. A delegada Rafaela Santos Franco, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), classificou a motivação do crime como fútil.
Tentativa de Despistar a Polícia
Na terça-feira, 7 de novembro, Jorge registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento da mãe, tentando despistar as autoridades. Ele alegou que Rosilene era usuária de álcool e drogas, mas a polícia confirmou que ela estava em tratamento e bem nos últimos dias. Um comerciante local informou à polícia que Jorge havia levado uma machadinha para ser afiada pouco antes do crime.
Consequências Legais e Repercussão
O caso é o décimo feminicídio na região este ano. Jorge permanece preso e deve responder por feminicídio e ocultação de cadáver, com penas que podem ultrapassar 40 anos de prisão. Rosilene deixa outros dois filhos, e seu corpo está sendo velado no Cemitério Alto das Mercês, em Campo Belo.
Alerta e Importância da Denúncia
A delegada Rafaela Santos Franco reforçou a importância de que mulheres vítimas de violência procurem ajuda e façam denúncias. Testemunhas relataram que Jorge já havia agredido a mãe anteriormente, mas ela desistiu de prosseguir com a denúncia na ocasião.
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