Escorpiões dominam os atendimentos por picadas de animais peçonhentos na região
Na região de Piracicaba, os escorpiões são responsáveis por 63,7% dos 1.411 atendimentos registrados por picadas de animais peçonhentos, de acordo com dados do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Piracicaba, São Paulo. Até a última sexta-feira, dia 17, foram relatados 899 casos de pessoas picadas por escorpiões.
Na região de Piracicaba, os escorpiões são responsáveis por 63,7% dos 1.
Adaptação urbana dos escorpiões
Renata Rolim Vargas, veterinária do Centro de Controle de Zoonoses, destaca que os escorpiões se adaptaram ao ambiente urbano, especialmente na rede de esgoto, onde encontram um habitat sem predadores, com alta umidade e abundância de alimento, como baratas. Este ambiente facilita seu acesso ao interior das residências.
Comparativo com outros animais peçonhentos
Além dos escorpiões, outras picadas por animais peçonhentos incluem abelhas, aranhas, lagartas e serpentes. Até a primeira quinzena de abril de 2026, abelhas e aranhas somaram respectivamente 272 e 170 casos na região.
Locais corporais mais vulneráveis
As picadas ocorrem principalmente em mãos e pés. No caso das serpentes, 31,25% das picadas ocorrem no pé e perna. Para aranhas, a perna é atingida em 21,18% dos casos, enquanto para escorpiões, o dedo da mão é o mais afetado, com 23,47%. Lagartas frequentemente picam a mão, com 42,59% das ocorrências, e abelhas, a cabeça, com 34,56%.
Risco ampliado para crianças e idosos
Segundo Renata, crianças e idosos são mais vulneráveis aos ataques de animais peçonhentos. Ela recomenda cuidados como usar luvas ao mexer no jardim, não andar descalço e inspecionar o chão antes de sentar. É crucial manter os ambientes limpos, livres de entulhos e materiais acumulados.
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