Operação Escudo Feminino: 23 Prisões e Atendimento a 2.600 Mulheres no Pará

Operação Escudo Feminino: 23 Prisões e Atendimento a 2.600 Mulheres no Pará

Operação Escudo Feminino: Combate à Violência no Pará

Belém, Pará - Uma operação de grande escala, denominada Escudo Feminino, foi realizada no Pará, resultando em 23 prisões em flagrante entre a quinta-feira (16) e sexta-feira (17). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), a ação teve como objetivo o enfrentamento à violência contra a mulher, prestando atendimento a um total de 2.602 mulheres em 121 municípios do estado.

Detalhes da Operação

Durante a reunião de balanço, realizada na sede da Segup em Belém, foram divulgados os resultados significativos da operação. Ao todo, mais de 1.600 agentes participaram das atividades, que incluíram não apenas a prisão de agressores, mas também o reforço do policiamento em áreas estratégicas e a promoção de atividades educativas para conscientização e incentivo à denúncia.

Atuação Integrada e Tecnológica

A operação foi marcada pela atuação conjunta das forças de segurança, incluindo a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, e a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Foram utilizadas 310 viaturas para a execução de rondas ostensivas, monitoramento e atividades investigativas. Além disso, 1.144 endereços de mulheres com medidas protetivas foram fiscalizados. Um destaque da operação foi o uso da tecnologia no atendimento às vítimas. O Centro Integrado de Operações (Ciop) registrou 146 ocorrências relacionadas à operação. A plataforma SOS Mulher 190 – Proteção Sem Palavras desempenhou um papel crucial, permitindo que as mulheres em situação de risco recebessem atendimento ágil através da integração direta com o número de emergência 190. Essa tecnologia possibilita o monitoramento em tempo real da localização da vítima e o envio imediato de equipes ao local. A operação Escudo Feminino demonstrou ser uma iniciativa abrangente e eficaz no combate à violência contra a mulher no Pará, destacando a importância da colaboração interinstitucional e do uso da tecnologia para a proteção das vítimas.
Foto: Reprodução / G1 Para

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